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samedi, janvier 09, 2010

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vendredi, janvier 01, 2010

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Todos os caminhos que trilho, tem entradas como estas. Cabe a cada um escolher que caminho trilhar e escolher sua porta de entrada para o mesmo.
Cristine Larissa Clasen











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dimanche, décembre 20, 2009

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vendredi, novembre 13, 2009

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vendredi, juin 26, 2009

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Roy Lichtenstein





























Roy Lichtenstein foi o mestre do estereotipo, e o mais sofisticado dos artistas pop, quer pela capacidade de análise visual, quer pela a ironia da exploração dos estilos passados. Impossível olhar para alguma BD e não ser assolado imediatamente pelo trabalho de Lichtenstein.

Roy Lichtenstein: as imagens da Era do Consumo
Roy Lichtenstein nasceu em 1923 e faleceu em 1997. Quando jovem, ele pôde assistir o mundo que se recuperava da Segunda Guerra, particularmente a Europa e o Japão, um mundo saído do horror do saldo de cinqüenta milhões de mortos, das experiências eugênicas dos campos de concentração e dos cogumelos atômicos de Hiroshima e Nagazaki. Os Estados Unidos consagravam-se como potência, grande vencedora da guerra e dona de 2/3 da produção industrial do globo.


Nunca tantos países cresceram tanto. Era o sonho tornado realidade, um desenvolvimento contínuo e que parecia eterno, cujo ápice – o ideal do pleno emprego – surgiria apenas na década de sessenta. Sinalizavam-se as grandes tendências que se mostrariam mais óbvias depois: o crescimento dos países desenvolvidos e a explosão populacional dos países “periféricos”. Seriam as disparidades que repetiriam, nos anos setenta, o quadro da Grande Depressão, com excedentes de alimentos e muita gente esfomeada. A industrialização vertiginosa traria a poluição e a deterioração do meio ambiente. Eric Hobsbawm, em “Era dos Extremos”, fala que “durante a Era de Ouro isso chamou pouca atenção (...), por que a ideologia do progresso dominante tinha como certo que o crescente domínio da natureza pelo homem era a medida mesma do avanço da humanidade”. A consciência ecológica e tecnológica do final do século XX surgiriam no rastro da ameaça do esgotamento de combustíveis fósseis e da crise instaurada pela OPEP, em 1973, que acabou com a festa do petróleo barato. Além disso, a emissão de dióxido de carbono cada vez maior, bem como a produção de produtos químicos que afetavam a camada de ozônio, viriam cobrar a dívida do crescimento desmesurado. Da mesma forma, a paulatina substituição da mão-de-obra em função da tecnologia apresentaria a conta depois, com o fenômeno do desemprego de grandes setores da população.


O fordismo, que instaurou a Era do Automóvel, trouxe em sua esteira o mercado de massa: geladeiras, lavadoras, telefones, “plásticos”, náilon, televisão, radar, transistor, comida industrializada, disco de vinil: a pesquisa científica se traduzia em aplicações tecnológicas ao alcance de todos, através das estratégias de marketing e economia de escala, e Lichtenstein colocou na parede das residências e museus todos esses produtos do saber. Os americanos sonhavam com uma residência moderna, onde tudo era plasticamente belo e funcional: gavetas deslizantes, armários embutidos, copos, jarras, comida congelada e pré-fabricada, hambúrgueres e naves espaciais.


Já maduro, Lichtenstein viu a televisão domesticando a imagem em movimento. Nova Iorque substituiu Paris como centro das artes: era a época do triunfo do consumo, do divertimento leve e das marcas comerciais, a época da pop art. Segundo Hobsbawm, “a pop art passava o tempo reproduzindo, com tanta exatidão e insensibilidade quanto possível, os badulaques visuais do comercialismo americano, latas de sopa, bandeiras, garrafas de coca-cola, Marylin Monroe”. Já bem distante do conceito de arte do século XIX, traduziu para o campo estético aquilo que já se sabia no campo do marketing: não importava se algo era bom ou ruim; importava apenas a aceitação do mercado. Neste pós-modernismo, critérios pré-estabelecidos de julgamento tornaram-se inúteis. A tecnologia invadia a arte, trazendo ícones americanos de consumo para o campo da experiência estética.


A ciência perdia a dispersão, e a literatura popularizava a ciência que falava de forma cada vez mais difícil e incompreensível para o leigo. Era a moderna teoria científica do quantum, da relatividade e da genética, traduzida em potencial tecnológico imediato. A lógica matemática, hermética para os seus próprios pares, transformava-se em computadores, lasers, super-condutores. Lichtenstein retratou a tecnologia que não necessitava ser compreendida para ser utilizada. Pintou, como se fossem personagens de HQ, os produtos de uma ciência intraduzível, de conseqüências práticas e morais imprevisíveis, uma ciência perigosa, que explicava o mundo, mas não se fazia entender. Cada vez se sabia mais sobre o molecular, o atômico e o Universo. De uma forma estranha e desconfortável, a física newtoniana e o determinismo tinham que abrir espaço para o incerto: Newton, Galileu, Einstein e Plank eram todos simultaneamente válidos, embora impossíveis de serem mantidos num mesmo sistema de pensamento.

Roy Lichtenstein, como tantos outros representantes da pop-art, retratou a imagem que estava à espera de ser reconhecida e identificada. Arte comercial, não-intelectual e popular, ela tirou da cultura comercial americana os símbolos e matérias-primas. Extraindo do capitalismo as imagens marcantes e facilmente identificáveis, Roy Lichteinstein retratou o mundo liderado pelos grandes vencedores da Segunda Guerra que, preconizando os benefícios da globalização, usaram os mecanismos do capital internacional para convencer países endividados do Terceiro Mundo das benesses de uma época em que a miséria não teria lugar, e o paraíso do consumo alcançaria todos os habitantes do globo.


Na ação violenta e no amor sentimental das HQs que pintou, Lichtenstein retratou boa parte do século XX, perpassado pelas imagens de latas de refrigerantes e aviões. Suas obras revelam o mundo que sobreviveu ao sonho enlouquecido de Hitler.

Roy Fox Lichtenstein (Nova Iorque, 27 de outubro de 1923 — Nova Iorque, 29 de setembro de 1997) foi um pintor estado-unidense identificado com a Pop Art.
Na sua obra, procurou valorizar os cliches das histórias em quadradinhos como forma de arte, colocando-se dentro de um movimento que tentou criticar a cultura de massa.
O seu interesse pelas histórias em quadradinhos (banda desenhada), como tema artístico, começou provavelmente com uma pintura do rato Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Nos seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características da banda desenhada e dos anúncios comerciais, e reproduziu à mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou, inicialmente, uma técnica pontilhista para simular os pontos reticulados das histórias. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstracção.
Roy Fox Lichtenstein usava cores como: azul marinho, amarelo, vermelho e branco. Ele fazia contornos em preto, para realçar mais suas pinturas.

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Alexander Calder















Alexander Calder (Lawton, Pensilvânia, 22 de julho de 1898 - New York, 11 de novembro de 1976), também conhecido por Sandy Calder, foi um escultor e artista plástico estadunidense famoso por desenvolver seus móbiles.

Filho de escultora e pintor, nascido nos Estados Unidos da América, Alexander Calder quando criança fazia seus próprios brinquedos. Formou-se em engenharia e antes de se dedicar à escultura foi pintor e ilustrador.
Em 1926 , após visitar a Grã-Bretanha, fixou-se em Paris, onde conheceu surrealistas, dadaístas e os componentes do grupo De Stijl. Data dessa época sua amizade com Joan Miro. Construiu um circo em miniatura, com animais de madeira e arame. Os seus “espetáculos” eram assistidos por artistas e intelectuais. Fez, também em arame, as suas primeiras esculturas: Josephine Baker (1926), Romulu and Remus (1928), Spring (1929).


De 1931 datam as suas primeiras construções abstratas, nitidamente influenciadas por Mondrian. Os primeiros móbiles são de 1932.
Em 1933 Calder voltou aos Estados Unidos. Em 1948 viajou à América do Sul e de novo em 1959. Nessa última ocasião, visitou o Brasil, onde expôs no Museu de Arte de São Paulo. Em 1950 foi à Escandinávia.

Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidos entre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer de Marcel Duchamp, “é a sublimação de uma árvore ao vento”.

Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o mobile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tours, e embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano.

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destroix




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jeudi, juin 25, 2009

Aaron Johnson
































Aaron Johnson

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